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04/11/2008 | Versão para Impressão

Historiador verton Quevedo assume a direo do MUHM

Sentados, da direita para a esquerda, a historiadora Juliane Serres, o MD. Paulo de Argollo Mendes, e o novo diretor do MUHM, Éverton Quevedo, com sua equipeO Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM) tem novo diretor. A partir desta terça-feira (04) o historiador Éverton Quevedo, já responsável pelo setor de Pesquisa e doações ao museu, assumiu a direção, antes exercida pela também historiadora Juliane Serres, que passa a atuar como consultora da instituição a partir da Universidade de Granada, Espanha, onde irá realizar um mestrado na área de Museologia. A transmissão oficial foi realizada junto à equipe do Museu nesta segunda-feira, na sede do mantenedor da instituição, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS), com a presença do seu presidente, MD. Paulo de Argollo Mendes, idealizador do MUHM.

Éverton Quevedo é graduado em História pela UFSM e Mestre em História pela PUCRS. Pesquisa na área de história e saúde, com produção voltada a questão da lepra no RS. Há três anos desenvolve atividades ligadas ao setor de Pesquisa do MUHM e atualmente é coordenador da 1° Região Museológica do Sistema Estadual de Museus do RS, além de ser secretário da Associação de Amigos do MUHM e Associação Gaúcha de História da Medicina.

Coordena ainda as exposições itinerantes, como a Retratos da Medicina, que só em 2008 visitou 10 municípios gaúchos, e foi responsável pela exposição virtual O Sindicalismo Médico no Rio Grande do Sul, lançada em junho deste ano durante o Congresso da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), e disponível no site http://www.muhm.org.br/sindicalismo.

A historiadora Juliane Serres fez uma nota de despedida na qual agradece a confiança e participação de todos os amigos do Museu, doadores e entidades colaboradoras, e ressalta as conquistas e a tranqüilidade com que se deve dar o processo de transição. “A escolha foi extremamente natural, já que o Éverton já vinha desempenhando uma série de atividades e sempre participou do processo de elaboração dos projetos e exposições do Museu”, explica a historiadora. Juliane Serres também falou sobre a qualificação da equipe como mais um fator que contribui para a normalidade das atividades do MUHM. “Conseguimos reunir um grupo muito capacitado, que deve não apenas manter mas fazer crescer ainda mais a instituição”, comemora. Abaixo, a íntegra da nota.

 

Caros Amigos,

 

Dirijo-me a vocês, nesta data, para alguns agradecimentos e um comunicado. Os agradecimentos dizem respeito ao apoio ao nosso trabalho ao longo destes anos, em especial o último, já com o MUHM consolidado. Todos os eventos que realizamos, as exposições, as mais de 20 Quintas no Museu, os quase 25 municípios visitados com a exposição Retratos da Medicina, concertos musicais, lançamento de livros, jornadas e até mesmo uma mateada, sem a presença e participação dos membros da AAMUHM, dos doadores de acervo, e de nossos amigos, seriam inviáveis ou, no mínimo, menos brilhantes.

Passamos a receber sistematicamente escolas e universidades, a sediar eventos acadêmicos. Enfim, crescemos muito neste tempo. E, tanto as instituições como as pessoas precisam estar em constante busca por aprimoramento, é chegada a hora de me despedir dos amigos para buscar ainda mais qualificação. Mas não é um adeus, é um "até logo". Ficarei à disposição da equipe, da Espanha, onde estarei empreendendo um novo mestrado, desta vez em Museologia, que deve reverter em mais benefícios para o MUHM, para o qual continuarei atuando como consultora.

Deixo com vocês, no entanto, alguém em quem não apenas confio, mas que tenho a total certeza de que continuará esta trajetória com competência e dedicação. Vocês já o conhecem, exatamente de todas estas atividades que já nominei: o historiador Éverton Quevedo, que assume a partir de agora a Direção do Museu. Esperamos continuar contando com o apoio e carinho de todos, para que o nosso Muhm cresça ainda mais e continue sua trajetória de sucesso.

 

Um abraço,

Juliane Serres

 

Porto Alegre, 04 de novembro de 2008.

Os historiadores Juliane Serres e Éverton Quevedo
 
 


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