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30/11/2009 | Versão para Impressão

MUHM apresenta Rede Brasileira de Museus de Medicina FENAM

Éverton Quevedo, diretor do MUHM, apresentou projeto em reunião da FENAM

Foto: Eduardo Santana/FENAM



Rede de MuseusO projeto Rede Brasileira de Museus de Medicina foi apresentado na última quinta-feira (26) pelo historiador e diretor do Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM) Éverton Quevedo à diretoria da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), a convite do presidente da entidade, o MD. Paulo de Argollo Mendes. A apresentação ocorreu durante a reunião realizada em Florianópolis e teve como objetivo aumentar a rede de contatos e a divulgação do projeto. No momento já foram mapeadas 15 instituições do gênero no Brasil e enviadas informações sobre a rede, além de ser solicitadas maiores informações sobre cada uma. Agora o projeto já tem um site para o cadastramento dos museus da área:
www.redemuseusmedicina.org.br. No site, cada membro da rede pode inserir seu histórico, informações sobre acervo, textos, vídeos, fotos, horário e local de visitação, eventos e outras atividades que estejam realizando, e ser conhecidos por um público maior, que vai de pesquisadores a turistas.
 
Projeto Rede Brasileira de Museus de Medicina
 
A criação de Sistemas e Redes Temáticas de Museus vem sendo estimulada pelo Sistema Brasileiro de Museus (Decreto 5264 de 05 de novembro de 2004). A prática promove a troca de experiências e cooperação entre as Instituições.
 
Segundo a diretora de projetos do MUHM, a historiadora Juliane Serres, no universo museal brasileiro existem cerca de 15 instituições que tematizam a Medicina: Museu do Médico (SE), Museu de Medicina da Associação Médica do Paraná (PR), Museu de História da Medicina da APM (SP), Museu da Medicina de Pernambuco (PE), Museu Histórico Prof. Carlos da Silva Lacaz (SP), Museu Virtual de Faculdade de Medicina do UFRJ (RJ), Memorial da Medicina de Pernambuco (PE), Centro de Memória da Medicina da UFMG (MG), Museu do Médico (PA), Memorial da Medicina (BA), Memorial da Medicina (RN), Memorial da Medicina (PB), Museu de Medicina do Centro Médico de Ribeirão Preto (SP), Museu Inaldo de Lyra Neves – Manta (RJ) e o Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (RS).
 
“É possível que existam outras unidades, neste levantamento não foram considerados Centros de Memória de Hospitais e demais instituições”, esclarece a historiadora. De acordo com Juliane, a rede pretende promover o diálogo entre estas instituições e destas com seus públicos.
 
O visitante que acessar o site da rede poderá ter acesso a todo o tipo de informação do museu que desejar visitar, e a cada vez será dado destaque a um dos museus integrantes, de forma sorteada. O Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul foi o primeiro a inserir seus dados para mostrar a potencialidade da ferramenta, mas o objetivo é de que todos passem a inserir suas informações e tirar proveito do site, fazendo um cadastro e passando a administrar, com uma senha, o seu espaço, que muitas vezes será o único na web, pois nem todos os museus mapeados possuem sites próprios, ganhando assim um precioso espaço de divulgação.
 
A diretoria da FENAM já havia tomado conhecimento do projeto por meio de seu presidente MD. Paulo de Argollo Mendes, que também presidente o mantenedor do MUHM, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (MUHM). Nos últimos meses, em diferentes oportunidades, diretores da entidade nacional visitaram o museu e manifestaram o seu apoio ao projeto. Agora a iniciativa está sendo detalhada a um grupo maior, facilitando assim a propagação da iniciativa entre os médicos de diferentes estados brasileiros e incentivando a adesão à rede.

A FENAM elegerá um comitê gestor para a rede, que deverá atuar em conjunto com a coordenação do Museu da História da Medicina do Rio Grande do Sul.







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