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09/06/2010 | Versão para Impressão

MUHM comemora Dia Internacional dos Arquivos com Associao dos Arquivistas e painel sobre arquivos mdicos e evoluo em tecnologia e arquivologia

Nesta quarta-feira, 09 de junho, comemorando o Dia Internacional dos Arquivos, o Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM) sediou o painel "Arquivos Médicos - Evolução em Tecnologia e Arquivologia", promovido pela Associação dos Arquivistas do RS (AARGS). O evento foi aberto pelo diretor do museu, o historiador Everton Quevedo, e pela vice-presidente da AARGS, a arquivista Helena Marques Bastos. Foram abordados os arquivos e a legislação relacionados ao exercício da medicina, em especial o prontuário médico e o projeto eletrônico, além de direitos do paciente, do médico e sua equipe e dos hospitais como administradores tanto na questão do sigilo quanto ao do acesso.


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Alexandre Martins, arquivista formado em Santa Maria com atuação no Serviço de Arquivo Médico e Estatístico (SAME) do Hospital de Caridade até março deste ano, foi o primeiro a falar, e destacou a importância do gerenciamento dos arquivos médicos para a administração hospitalar. “O hospital é sempre o primeiro a ser acionado, e os documentos registram todo o procedimento, sendo segurança tanto para a equipe médica como para o paciente”, explicou o arquivista. “Os registros também permitem que o médico decida por um outro tratamento de acordo com o histórico do paciente”, exemplificou. Martins também falou a respeito de usuários e administração de convênios médicos.

Iliane de Fátima Pincolini, arquivista formada em Santa Maria, atua desde março de 2004 no Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre. Coordenadora do SAME, trabalhou na implantação da metodologia de arquivamento e coordenação do Projeto Registro Único do Paciente. A arquivista também é membro do Projeto de Prontuário Eletrônico do Paciente e atua no acompanhamento de sua aplicação, dentre outras atividades. Iliane abordou também o uso dos arquivos como fonte de pesquisa e apoio ao ensino. “O prontuário permite a pesquisa clínica, estudos epidemiológicos de caso, avaliação da qualidade e consequentemente avanços na área”, lembrou. Os profissionais encerraram lembrando que o prontuário é o instrumento de defesa legal de mais alto valor de legitimação da ação médica.

Arquivos Médicos - Evolução em Tecnologia e Arquivologia


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