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31/08/2011 | Versão para Impressão

Quintas no Museu Especial: o Historiador e o Patrimnio Histrico

O Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul e o GT Acervos promoveram nesta quinta (18) o Quintas no Museu Especial: o Historiador e o Patrimônio Histórico. Com ingresso solidário de 1 litro de leite e casa cheia, o museu reuniu uma boa quantidade do alimento, que será entregue à associação Saúde Criança. Evento comemorou ainda os dias do Patrimônio Histórico (17) e do Historiador (19).

Leia mais sobre como foi o evento.



Veja aqui as fotos. 


Assista as palestras em nosso Canal no YouTube.



O evento foi uma mesa-redonda com os Historiadores Prof. Dr. Durval Muniz Albuquerque, ex-presidente da ANPUH Nacional (2009-2011) e Prof. Dr. Benito Bisso Schmidt, atual presidente (2011-2013). 

Tendo em vista o processo de regulamentação da profissão de Historiador que tramita no Congresso Nacional e as comemorações do Dia do Historiador (19/08) e do Patrimônio Histórico (17/08), o MUHM e o GT Acervos da ANPUH-RS promoveram essa mesa redonda para discutir o processo de regulamentação e, a partir dessa concretização, a inserção dos profissionais de história dentro do mercado de trabalho, principalmente em instituições de salvaguarda, preservação e divulgação do Patrimônio Histórico.


O diretor do MUHM, Germano Bonow, fez a abertura, lembrando a importância da história e dos historiadores inclusive para a profissão médica. "O médico precisa conhecer o histórico do paciente. E, na minha área específica de saúde pública, é preciso conhecer a história da população para trabalhar bem", exemplificou. 

Antes do início oficial a presidente da Seção RS da Associação Nacional de História (ANPUH) Zita Possamai saudou a iniciativa do MUHM e do GT Acervos. O diretor técnico do Museu e coordenador do GT, Éverton Quevedo, apresentou os palestrantes, que abordaram as diversas nuances e dificuldades da profissão e alguns desafios a enfrentar.

Entre os temas abordados por Durval Albuquerque estve não só a importância mas também os abusos da patrimonialização, segundo ele generalizada, e a estreita ligação com o turismo. Falou ainda da missão do historiador em problematizar os discursos.

Benito Schmidt falou da interdisciplinaridade e da necessidade de trabalhar em parceria com outras instituições, evitando monopolizar os temas e a atuação.

O debate encerrou com perguntas dos participantes do evento, e os palestrantes falaram sobre as mais recentes tramitações dos projetos de regulamentação na Câmara e no Senado Federal, negociações que o profissional precisa fazer para estar no mercado de trabalho e desempenhar ética e profissionalmente suas atividades.



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