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29/01/2008 | Versão para Impressão

Entrevistas do Muhm repercutem em site

O site do governo estadual (www.rs.gov.br) divulgou na última semana o trabalho do Museu de História de Medicina do Rio Grande do Sul (Muhm) realizado em parceria com o Comitê Permanente de Coordenação das Ações Relativas às Comunidades Quilombolas do Rio Grande do Sul, da Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social. No final da última semana o historiador Éverton Quevedo e o fotógrafo Felipe Henrique Gavioli visitaram dona Miguelina Silva, quilombola que é parteira e benzedeira. Ela já havia sido entrevistada para o livro Benzedeiras e Benzeduras, de autoria de Elma Sant'Ana e Delizabete Seggiaro, editado pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), e agora fará parte da exposição Mulheres e Práticas de Saúde, em março deste ano.








Quilombola mais antiga recebe equipe do Museu de Medicina


Dona Miguelina - Foto: Felipe Henrique Gavioli 
Dona Miguelina Maria de Lemos e Silva, a quilombola mais idosa do Estado, que vive em uma comunidade no interior de Mostardas, recebeu a visita da coordenadora do Comitê Permanente de Coordenação das Ações Relativas às Comunidades Quilombolas do Rio Grande do Sul da Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social (SJDS), Maria Marques, e da equipe do Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM).

A SDJS é responsável, em nível estadual, pelas políticas públicas que envolvem os direitos deste segmento da população. Maria Marques intermediou o encontro entre a equipe do museu e Dona Miguelina, para viabilizar a continuidade da série de entrevistas que a equipe vem realizando com mulheres muito especiais. São médicas, benzedeiras e parteiras, que vão figurar na próxima exposição, com o tema Mulheres e Práticas de Saúde.

As visitas vêm resgatando a história não apenas das primeiras médicas formadas no Brasil (três são gaúchas), mas também de outras mulheres que tiveram suas atividades voltadas para a área da saúde, como parteiras e benzedeiras.

Dona Miguelina, de 105 anos, contou sua história de vida e posou para fotos, que ilustrarão a mostra. Falou de sua coragem e determinação quando, muito jovem, acompanhava a mãe parteira, terminando por aprender e exercer o ofício durante muitos anos. Além disso, começou a benzer, tornando-se uma das benzedeiras mais procuradas da região.

Memória
O Museu da História da Medicina do Estado foi instalado em 18 de outubro de 2007, no prédio histórico do Hospital Beneficência Portuguesa (avenida Independência, 270 – Porto Alegre). A primeira exposição – ainda aberta ao público - tem o título de Olhares Sobre a História da Medicina. Em março, em comemoração ao mês da mulher, será inaugurada uma mostra fotográfica de rostos de médicas, parteiras e benzedeiras de diversas localidades do Estado.

“Cada vez mais me convenço da importância da participação de dona Miguelina nesta mostra, uma vez que ela tem uma bela trajetória de vida”, diz o historiador do MUHM, Éverton Quevedo. "Estou confiante que ela será a grande estrela da exposição que homenageia a mulher, pois sua vida é a prova de que, apesar de sua aparente fragilidade, estamos diante de uma grande mulher."

(Texto da Assessoria de Imprensa do Governo do Estado do RS - www.rs.gov.br)



Quilombola participa da mostra do Museu de História da Medicina do RS

Nesta quinta-feira (24), a Coordenadora do Comitê Permanente de Coordenação das Ações Relativas às Comunidades Quilombolas do Rio Grande do Sul, da Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social, Maria Marques, acompanha a equipe do Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul em visita à dona Miguelina Silva – a mais idosa quilombola do Estado – no município de Mostardas.

O objetivo do encontro com dona Miguelina é dar continuidade a série de entrevistas que a equipe do Museu tem realizado com mulheres muito especiais. São médicas, benzedeiras e parteiras que irão figurar na próxima exposição, com o tema “Mulheres e Práticas de Saúde”.

As visitas vêm resgatando a história não apenas das primeiras médicas formadas no Brasil (as três primeiras são gaúchas), mas também de outras mulheres que tiveram suas atividades voltadas para a área da saúde, como parteiras e benzedeiras.

Dona Miguelina Maria de Lemos e Silva, 105 anos, vive em comunidade quilombola no interior do município de Mostardas. Corajosa e destemida, acompanhava a mãe parteira, terminando por aprender e exercer o ofício durante muitos anos. Além disso, dona Miguelina começou a benzer, tornando-se uma das benzedeiras mais procuradas da região.

O Museu da História da Medicina do Estado foi instalado no dia 18 de outubro de 2007, no Prédio Histórico do Hospital Beneficência Portuguesa (à Av. Independência, nº 270 – Porto Alegre). A primeira exposição – ainda aberta ao público - tem o título de “Olhares Sobre a História da Medicina”. Em março, em comemoração ao mês da mulher, será inaugurada uma mostra fotográfica de rostos de mulheres médicas, parteiras e benzedeiras de diversas localidades do Estado.

Segundo o historiador do museu, Éverton Quevedo, “a participação de dona Miguelina nesta mostra é muito importante, tendo em vista sua trajetória de vida”. Acredito que ela será a grande estrela da exposição que homenageia a mulher, afirma.

(
Texto da Assessoria de Imprensa do Governo do Estado do RS - www.rs.gov.br)


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