BARREIRO, Estevão Junot

Diplomou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina de Porto Alegre (RS) em 1913. Foi professor e primeiro Vice-diretor da Escola Médico Cirúrgica de Porto Alegre (RS) e assumiu sua direção no ano de 1920. Durante a pandemia da gripe espanhola (1918) foi o responsável pelo 15º quarteirão em Porto Alegre. Fez parte do corpo clínico do Hospital Psiquiátrico São Pedro em 1943. Publicou: “Tatuagem e destatuagem. Porto Alegre, 1913.”.

FRANCO, Álvaro; RAMOS, Sinhorinha Maria. Panteão Médico Riograndense: síntese cultural e histórica. São Paulo: Ramos e Franco Editores, 1943. p. 485.

https://www.ufrgs.br/famed/index.php/informacoes-academico-medicina/formados/71-1904-a-1930

https://www.sbhmhistoriadamedicina.com/historia-das-especialidades-medicas

https://muhmrs.wixsite.com/gripeespanhola/sobre?pgid=kacha1ea-e726ceaa-2f48-484c-a5ac-2ce5795210b4

DORS, Marinês. Dyonélio Machado (1895-1985): os múltiplos fios da trajetória ambivalente de um intelectual. Dissertação apresentada à Universidade do Vale do Rio dos Sinos como requisito para obtenção de mestre em Estudos Latino-Americanos, 2008, p. 118.

ZUBARAN, Maria Angélica. Médicos Negros no pós-Abolição: Chagas Carvalho, Arnaldo Dutra e Diógenes Baptista (Porto Alegre, RS). In: MENDONÇA, Joseli Maria Nunes; et al (Org). Pós-Abolição no Sul do Brasil: associativismo e trajetórias negras. Salvador : Sagga, 2020, p.129.

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