DE PATTA, Michele

Natural de Scalea, 9 de fev. de 1888 - Joaçaba (SC) 13 de jul. de 1946. Formou-se em Medicina e Cirurgia pela Real Universidade de Nápoles, em 1 de abril de 1916, podendo exercer também Farmácia, Odontologia e Radiologia. Após ter servido na 1ª Guerra Mundial como Tenente médico do 203° Regimento de Infantaria do Exército Italiano, e especialista em doenças de crianças, transferiu-se para o Brasil em 1920. Estabeleceu-se inicialmente em Porto Alegre (RS), seguindo depois para Rio Pardo (RS) e Restinga Sêca (RS), onde construiu um hospital. Em 1921 atuou em Encantado (RS) e, em 1923 em Anta Gorda (RS), posteriormente seguiu depois para Joaçaba (SC) e Herval d'Oeste (SC), onde também construiu um hospital. Em 1938 seguiu para Criciúma (SC) e posteriormente para Orleans (SC), já que era a única cidade, do Sul de Santa Catarina, a dispor de energia elétrica, pois sua intenção era adquirir um equipamento de raios X. Publicou “Leoni di Calabria in terra Riograndense. La selvageria di Anta Gorda (1923)”. Casou-se com Ersília D’Acunti Oliva de Patta, em 1911, com quem teve quatro filhos, Pepitto, Vitória, Dante e Igéa.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_de_Patta

SCHWARTSMANN, Leonor Carolina Baptista. Entre a mobilidade e as inovações:a presença de médicos italianos no Rio Grande do Sul (1892-1938). Tese apresentada como requisito para obtenção do grau de Doutor em História pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2013.

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