GARCIA, Urbano

Natural de Pelotas (RS), 20 de setembro de 1876. Diplomou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do RJ, em 1901, defendo a tese “Da intervenção Cirúrgico-Ginecológica em Alienação Mental. Em 1902 foi especializar-se em Ginecologia em Viena e Obstetrícia em Roma. Participou do Congresso Médico de Bruxelas (Bélgica) em 1903. Regressando à Pelotas (RS) exerceu o cargo de chefe do serviço de cirurgia do Hospital da Beneficiência Portuguesa de Pelotas (RS), por mais de 30 anos. Também atuou na Santa Casa de Misericórdia de Pelotas. Foi filiado do Partido Republicano Rio Grandense, porém, posicionou-se contra a reeleição de Borges de Medeiros para a Chefia do Estado em 1907, assim como em 1922. Tornou-se assim oposicionista ao governo gaúcho vigente durante a revolução de 1923. Transferiu-se para o Partido Libertador, e foi um dos seus membros diretores. Por fim, foi exilado em virtude da Revolução Constitucionalista de 1932. Em 1934 uma rua na cidade de Pelotas (RS) recebeu seu nome. Também há um monumento que fica em frente ao Grande Hotel, em Pelotas (RS). Confeccionado em granito e bronze. “Dr. Urbano Garcia. Foi inexcedível em carácter, em civismo, em bondade. Ninguém o excederá na saudade e na gratidão de seus conterrâneos” é o escrito esculpido na pedra. O artista paulista Hildegardo Leão Veloso é o autor do monumento.

http://www.pelotas.rs.gov.br/noticia/dez-monumentos-da-praca-contam-a-historia-de-pelotas

https://www.facebook.com/Olharessobrepelotas/posts/3581785541928625

ENGEL, Magali Gouveia. O delírios da razão: médicos, loucos e hospício, (Rio de Janeiro, 1830-1930). Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2001, p. 341.

https://books.google.com.br/books?id=z20uBAAAQBAJ&pg=PA89&lpg=PA89&dq=Urbano+Garcia+m%C3%A9dico&source=bl&ots=yo-NmcQtxS&sig=ACfU3U1O-qfkIf5D3IxmsSWKs3oAz5ZWxw&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwiK78-e2d3uAhVUEbkGHQVnDqI4HhDoATAJegQIBhAC#v=onepage&q=Urbano%20Garcia%20m%C3%A9dico&f=false

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